A matéria abaixo reflete exatamente o pensamento inverso ao dos nosso bilionários tupiniquins…

05/07/2010 – 16:20:10 www.mercadoetico.terra.com.br
Bilionários pelo meio ambiente
Hazel Henderson*
“Aplaudo Bill e Melinda Gates e o financista Warren Buffett por desafiarem outros multimilionários a doarem, durante suas vidas, a metade ou mais de suas enormes fortunas a obras de caridade. Em maio de 2009, eles propuseram a David Rockefeller ser o anfitrião de um primeiro jantar secreto com George Soros, Ted Turner, Oprah Winfrey, Michael Bloomberg, David Rockefeller Jr. e outros bilionários, no qual lançaram a campanha.
O casamento Gates e Buffet já está no caminho correto, pois dirigem suas doações para a África e países em desenvolvimento de outros continentes, bem como a educação. E eles podem convencer seus amigos ricos a irem além de financiar luxuosos pavilhões com seus nomes em universidades da elite. Esse tipo de filantropia está fora de moda.
Também está fora de moda a expansão subsidiada de empresas vinculadas a combustíveis fósseis, do carvão ao petróleo, passando pelas petroquímicas, o aço ou a indústria automotiva devoradora de gasolina, até a agricultura em escala industrial e as grandes companhias farmacêuticas. Bill Gates poderia se desligar do American Energy Innovation Council, que pressiona o Congresso dos Estados Unidos para obter US$ 16 milhões em subsídios à pesquisa com “carvão limpo”.
O melhor que os filantropos podem fazer é unir suas forças a grupos progressistas, para acelerar a transição para uma Era Solar que aplique modelos de desenvolvimento humano baseados na potencialidade e produtividade dos sistemas naturais que, há milhares de milhões de anos, a natureza nos oferece. A Iniciativa por uma Economia Verde, de várias agências da Organização das Nações Unidas, está sintonizada com os programas da Fundação Gates, bem como com a iniciativa Economia dos Ecossistemas e a Biodiversidade, o instituto Zeri, fundado pelo empresário Gunter Pauli, autor do livro “The Blue Economy”, e o Biomimicry Institute, de Janine Benyus.
Como conseguir os investimentos necessários para impulsionar esta grande transição para a Era Solar? Bill e Melinda Gates podem conduzir seus pares para as tecnologias inovadoras, que só esperam recursos para concretizar essa transição.
Eles podem unir-se à Rede para os Mercados Financeiros Sustentáveis e com líderes em finanças que estão preparando o terreno, com os Princípios para o Investimento Responsável da ONU (com US$ 20 bilhões em ativos), a Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Certificadora de Padrões Ambientais Ceres (com US$ 3 bilhões), e o Institutional Investors Group on Climate Change (com US$ 8 bilhões).
Desde janeiro de 2007, foram investidos ou comprometidos US$ 1,248 bilhão em negócios de eficiência energética, agricultura sustentável e energias limpas, bem como em outras tecnologias que estão deslocando as antigas empresas contaminadoras e os financistas do passado. Este fascinante progresso costuma ser ignorado pelos principais meios de comunicação, ainda mantidos pela publicidade dos setores fossilizados da sociedade.
A Ethical Markets Media dedica-se a promover a reforma dos mercados mundiais e o crescimento da economia verde. Publicamos informes diários sobre novas tecnologias, investimentos, empreendimentos e companhias que lideram o caminho para a transição verde. Usamos o modelo Climate Solutions 2, da firma com sede na Austrália Climate Risk Pty, para mostrar que é possível garantir a transição verde investindo US$ 1 bilhão por ano em todo o mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, até 2020.
São US$ 10 bilhões em dez anos, menos da metade dos US$ 23 bilhões empregados para resgatar o setor financeiro e automobilístico dos Estados Unidos, em bancarrota, pagos pelos contribuintes. Esses US$ 10 bilhões representam menos de 10% dos valores manejados por investidores institucionais, fundos de pensão e fundações de caridade do mundo, estimados em US$ 120 bilhões.
Assim, Bill, Melinda e Warren, o que lhes parece convencer seus amigos a investirem na produtividade verde e os ajudar a modernizar seus velhos portfolios?
Assim poderão treinar seus administradores e consultores em novas formas de avaliar ativos, considerando os fatores ambientais, sociais e de governabilidade, que permitem monitorar com certeza a produtividade verde. A visão de Bill e Melinda Gates já fez a grande transição para o verdadeiro desenvolvimento humano. Eles e Buffett podem nos ajudar a chegar a um novo cenário mundial, que supere a obsoleta noção do produto interno bruto.”
* Hazel Henderson é economista norte-americana, autora de Ethical Markets: Growing the Green Economy (2007) e coautora dos indicadores de qualidade de vida Calvert-Henderson (http://www.Calvert-Henderson.com). Direitos exclusivos IPS.
O que atrasa uma Nação são as escolhas estratégicas equivocadas de seus líderes. Equanto brigamos por combustíveis fósseis e estaleiros para petroleiros, EUA vê o caminho das Energias Renováveis!!!

Projeto da Fazenda Sola Solana – Arizona – EUA – image Abengoa Solar
Obama aprova US$ 1,85 bilhão para energia solar
05/07/2010 – Autor: Fabiano Ávila – Fonte: CarbonoBrasil/Agências Internacionais
EUA anuncia empréstimo para a concretização de dois projetos solares que devem gerar cinco mil empregos, enquanto a Europa começa a divulgar como conseguirá cumprir a meta de ter 20% de sua energia gerada por renováveis até 2020.
“‘O presidente norte-americano Barack Obama concedeu a liberação para que o Departamento de Energia aprove nesta semana empréstimos no valor total de US$ 1,85 bilhão para dois projetos solares como parte do pacote de estimulo econômico do governo.
“Nosso objetivo é acelerar a transição para uma economia de energia limpa, dobrando nossas capacidades eólicas e solares. Esse tipo de iniciativa tem o potencial de gerar centenas de milhares de novos postos de trabalho”, afirmou Obama.
A maior parte dos recursos, US$ 1,45 bilhão, irá para a empresa espanhola Abengoa Solar, que deve construir a fazenda solar de Solana no Arizona. Quando finalizado, o projeto irá produzir energia suficiente para manter 70 mil lares e criará 1,5 mil empregos. Esta será a primeira fazenda solar nos Estados Unidos capaz de gerar e armazenar eletricidade 24 horas por dia através de uma tecnologia de absorção do calor concentrado do sol utilizando nitratos de sódio e potássio.
Outros US$ 400 milhões em garantias de empréstimos serão destinados à Abound Solar Manufacturing, para o desenvolvimento de duas novas fábricas de painéis solares. Serão criados dois mil empregos temporários na construção das instalações e mais 1,5 mil vagas permanentes quando as fábricas estiverem prontas.
Obama afirmou que estes recursos são a mais recente ação de uma longa linha de investimentos sob o Ato de Recuperação dos EUA. “Já presenciamos os benefícios dessa iniciativa. Vi fábricas abandonadas reabrirem as portas para se transformarem em produtoras de painéis solares ou turbinas eólicas, gerando empregos e promovendo o desenvolvimento das energias limpas”, disse o presidente norte-americano.
Europa
Também na União Européia (UE) as energias limpas estão em destaque. As propostas detalhadas dos países europeus para gerar 20% de sua energia de fontes renováveis até 2020 começaram a aparecer nesta semana.
Sob a diretiva de energias renováveis da UE, os países tinham até o final de junho para apresentar seus planos nacionais de incentivo às fontes limpas.
A grande maioria das nações ainda está devendo seus planos, mas a Comissão Européia já publicou os da Dinamarca, Holanda, Suécia e Reino Unido e a agência de notícias Reuters conseguiu ter acesso aos rascunhos da Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Bulgária e Polônia, que devem ser formalmente apresentados em breve.
Segundo a Reuters, a Alemanha deve aumentar sua capacidade eólica em 30% na próxima década, a Irlanda 130%, a Espanha 74% e a Itália promete espantosos 230%.
As instalações solares devem triplicar na Espanha e quintuplicar na Itália, enquanto países como Polônia e Bulgária planejam expandir sua geração a partir de biomassa.
“Estamos convencidos de que os estados membros reconhecem a importância das políticas ambiciosas de energias renováveis para manter a União Européia como líder mundial no setor. Acreditamos que será possível alcançar os 20% até 2020 e que isso trará benefícios para todo o continente”, concluiu Lucie Tesniere, conselheira política do Conselho de Energias Renováveis Europeu.”
(*)ISSO VALE PARA BIGUAÇU E OSX!
Fonte: Carbono Brasil – www.carbonobrasil.com

A triangulação no desvio de verbas públicas une os metragalhas público e privado!
Em qualquer cidade brasileira, nesses dias que misturam Copa do Mundo e período eleitoral, a fronteira entre o público e o privado fica muito reduzida e a invasão de território, especialmente do território público, vira uma verdadeira agressão à moralidade e à ética pública. Falo isso para esclarecer uma prática, que didaticamente chamo aqui de triangulação criminosa, mas que não passa de uma grande mão privada que vem e saqueia os bolsos públicos – os recursos públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais – para fins escusos, especialmente fundo de campanha ou simples ladroagem privada.
O que eu chamo de triangulação criminosa se mascara de várias formas, inclusive utilizando-se de eufemismos como “guerra fiscal”, que conta com a anuência e mesmo a participação colaborativa de poderes do Estado como o Executivo e o Legislativo, que se prestam, sob a justificativa do bem comum, a defender empreendimentos duvidosos de caráter puramente privado.
Vamos aos fatos então. No caso da “guerra fiscal”, dois municípios ou mais ou dois Estados disputam o mesmo empreendimento que vai gerar inúmeros benefícios – aqueles que todos estamos cansados de saber: arrecadação de impostos, novos postos de trabalho, movimentação da economia local e regional, atração de novos negócios etc etc. Como se não fosse obrigação legal de qualquer empreendedor pagar impostos. Como se não fosse necessidade inerente à produção e ao lucro, a contratação de mão de obra assalariada, sem a qual não é possível uma empresa capitalista funcionar. Como se fosse possível pararmos simplesmente de comprar e vender e voltássemos às trocas, ao escambo.
Então a ‘guerra fiscal’ assume contorno de ‘leilão de favores’ ao potencial empreendedor – que pode ser qualificada de corrupção de Estado. Assim se lhe oferecem áreas industriais extensas a preço de bananas ou a custo zero; isenções fiscais até a terceira geração do governador(a) e deputados, ou do prefeito(a) e vereadores que votaram tais benesses. Mas ninguém, ninguém mesmo – até porque isso não é simpático, nem tampouco lucrativo – põe tudo numa planilha e prova com transparência que de fato, todos os benefícios oferecidos ao mega-empreendedor são mais baratos para os cofres públicos que os “xis” mil empregos que ele vai gerar.
Outra forma de triangulação são as famosas festas tradicionais, regionais ou típicas – juninas, da laranja, da pescada, do camarão, do Zé das Couves etc. Entram aqui também as feiras de negócios, que movimentam milhões, são sempre um estrondoso sucesso, envolvem apenas ‘ricos & famosos’ e não deixam nada de concreto para a população de baixa renda ou para o meio ambiente do qual se servem também.
Nem governos estaduais ou municipais, tampouco legisladores do Estado ou do Município são ‘experts’ em festas, a não ser a dos ‘trens da alegria’. Logo é contratada – de preferência sem licitação, afinal ‘Ele’ ou ‘Ela’ são os únicos que sabem fazer – uma empresa de eventos. Como a festa é pública, mas quem faz é uma empresa privada, não pode ter prejuízo, então cobra ingresso. Até aqui tudo bem! Mas aí é aprovado um ‘subsídio prévio’ (a tal da triangulação). Porque se não der público suficiente ou chover, o empresário não tem prejuízo. E além do mais, ele vai fazer ‘responsabilidade social’ arrecadando – não do bolso dele ou dela – mas da população, alimentos que serão distribuídos depois…
É aqui que os neurônios travam! Não seria mais direto se os governantes e legisladores pegassem as verbas públicas e aplicassem diretamente na geração de empregos? Quanto há de esgoto para fazer, de creche para instalar, de posto de saúde para oferecer à população? De que vale distribuir 1 mil cestas básicas, se o ‘subsídio’ à festa popular garantiria a distribuição de 10 ou 15 mil cestas?
Precisamos de fato, de mais ação do ministério público federal e estadual, dos Portais da Transparência e da ação direta de fiscalização das ONGs para acabar com essa triangulação que é ilegal, imoral e covarde.
Vamos manter a sustentabilidade e até a próxima…!
Julho 1st,2010
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OSX diz ter solução para todos os problemas apresentados
Texto publicado em 25 de Junho de 2010 – |
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Vera Gasparetto
de Florianópolis/SC |
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| No detalhamento dos estudos encomendados pela OSX à Caruso Jr., o oceanólogo João Antônio dos Santos apresentou detalhes sobre os pontos mais polêmicos:
Dragagem do canal para acesso das embarcações: dizem que não há diferença nas correntes marítimas se dragar ou não dragar. Afirmam que os efeitos naturais das correntes serão mantidos.
Dragagem e risco de erosão da Praia da Daniela: afirma que não há risco por que foram feitas simulações matemáticas com mapas de correntes que comprovam que não haverá erosão no Pontal da Daniela. O local é de grande beleza natural e sua preservação é de grande preocupação da comunidade.
Arsênio: concluem que não há risco porque a região tem um nível de arsênio natural, que não causa danos à flora e a fauna marinha e que esse nível não será modificado.
Água de lastro e bioincrustação: analisam que não haverá problema, mas continuam sem indicar o que será feito com a água de lastro.
Golfinhos – Boto cinza (Sotalia guianensis): estudos demonstram que os golfinhos ficam concentrados na região do eventual empreendimento durante o inverno, o que determina ser o melhor período para a dragagem. Reiteradas vezes Monteiro interrompeu a apresentação salientando que “são menos do que 50 golfinhos”. A preocupação é que as dragagens afetem o habitat natural desses animais.
Esgoto do crescimento urbano de Biguaçu e região: foi afirmado que isso é de responsabilidade do município de Biguaçu.
Derramamento de óleo: apresentaram simulações do risco de vazamento, salientando que risco e impacto são diferentes, mas não foram apresentadas as medidas de contenção que, segundo os gráficos, em duas horas tomaria conta da Baía Norte.
Prejuízos à maricultura: admite que haverá impactos, mas seu objetivo é auxiliar as associações de maricultores a mudarem-se para um local mais adequado.
Impactos na pesca artesanal: a empresa comprometeu-se a não usar bóias de delimitação porque isso impacta a pesca de caceio de camarão.
Incremento populacional: a empresa e a prefeitura investem na formação de mão de obra na Grande Florianópolis, o Senai dá cursos de pedreiro, carpinteiro e armador. Afirmam que evitarão o problema da favelização do município e arredores.
Impactos no setor turístico: a preocupação com a balneabilidade, o impacto visual do empreendimento na região e com a transformação da vocação turística da região em vocação portuária foram tratados como normal do processo de crescimento.
Alternativas locacionais foram descartadas: A OSX fez estudos em quatro alternativas locacionais em Santa Catarina para a instalação do estaleiro, entre elas, três foram descartadas. Entenda o caso:
1) Itajaí – Rio com largura insuficiente que restringe a manobra das embarcações.
2) São Francisco do Sul – Projeto de criação de reserva de fauna no entorno da Baía de Babitonga e necessidade de corte de vegetação numa eventual área a ser construído o empreendimento.
3) Imbituba – Mar agitado, necessidade de transferência de moradores e localização na APA da Baleia Franca.
Fonte: www.portogente.com.br |



O Estaleiro é bom para a Eike Batista, mas vale o risco que corremos?
Não há bons e maus, há o bem e o mal. Há interesses! Ao contrário do que alguns manipuladores inescrupulosos querem dar a entender, o Estaleiro da OSX em Biguaçu não é um fato consumado! Falta transparência e falta compromisso da OSX com a comunidade de Biguaçu e da Grande Florianópolis. Nenhum compromisso público foi assumido, descontados os polêmicos cheques dos agricultores e a promessa mirabolante de R$20 milhões para o Jardim Botânico de Florianópolis. Isso é pouco! Isso de fato não é nada pelos riscos à nossa sustentabilidade, seja econômica, social ou ambiental.
Vamos comparar alguns números oficiais. O empreendedor informa que vai investir R$2,5 bilhões e gerar 4 mil empregos diretos. Mas não foi dimensionado o incremento de violência, de miséria, de queda da qualidade de vida, de risco ambiental à Baia de São Miguel, e às Reservas de Anhatomirim, Arvoredo e Carijós. E principalmente a irreversível ameaça à nossa vocação turística que é econômica e sustentável. Certamente, temos opções muito melhores para o nosso desenvolvimento econômico, e vou apontá-las.
O recente vazamento de petróleo no Golfo do México, responsabilidade da BP (Britsch Petroleum) que já ultrapassa 50 dias, vai comprometer a economia local, segundo avaliações de especialistas e governos (EUA e México), e causar danos sociais e ambientais por mais de 50 anos. Para isso a BP já criou um fundo de indenização de US$28 bilhões de dólares. Mas é consenso que os danos são impagáveis! Diante do risco, o que de fato representam o R$3 bilhões da OSX?
Mas afinal, o que chamo de manipulação inescrupulosa?
Por exemplo, a piadinha ridícula de que o impedimento ao Estaleiro é a defesa do grito do golfinho ou o formato da estrela do mar que seria o argumento dos eco-chatos.
Ou afirmar: “Uma empresa desse porte não vai deixar de cumprir com suas responsabilidades sociais e ambientais!” Isso é puro discurso falaz, mentiroso. A BP não era a “beyond petrolium”, a maior do mundo? E daí? Não desconheceu que a válvula de segurança não funcionava e o desastre aconteceu! Portanto, a OSX só vai cumprir, se for cobrada. Do contrário isso deixa de ser “despesa” e vai para o balanço na coluna de “lucros”. Lucros resultantes da desobrigação de compromissos sociais e ambientais não cumpridos.
É manipulação considerar que se o Estaleiro for instalado, isso será vitória dos “diligentes” líderes locais de todos os matizes políticos, que conquistaram o empreendimento para garantir o desenvolvimento econômico e a prosperidade de Biguaçu. Porém, se ele for abortado, isso é única e exclusiva responsabilidade das ONGs eco-chatas e achistas!
Pura balela! Esta decisão está além de Biguaçu. Foram os “interesses” da EBX que escolheram Biguaçu. E quem deu parecer contrário e definitivo, não foi nenhuma ONG, foi o ICMBio – apesar de denominar-se “Instituto” – que é um órgão de governo, ligado ao Ministério do Meio Ambiente. Mesmo com o parecer técnico “definitivo”, o governador Leonel Pavan já foi a Brasília para ter reunião política com o presidente do Ibama a fim de que isso deixe de ser definitivo, segundo informou o DC do último dia 18/06.
Trata-se de uma decisão política e não meramente técnica. Por isso tanto vai e vem. Aqui é bom para eles – OSX. Mas esse tipo de Estaleiro é bom para nós? Essa é a questão! Só nós podemos avaliar isso! Sou contra a manipulação e a falta de compromissos públicos.
Minha proposta é firmarmos um compromisso público com Eike Batista de investir R$3 bilhões em Biguaçu de qualquer jeito. Se o Estaleiro OSX for inviável, que seja na Indústria de Painéis Solares OSX ou no Eco Resort OSX. Ele topa? Se for FICHA LIMPA, SIM. Agora, se for BARRA PESADA, NÃO!

Diretores da FAPESC e do Instituto Consultor Social no Viveiro Escola em Areias de Cima, Biguaçu.
O presidente da FAPESC (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Santa Catarina), professor Diomário Queiroz esteve na manhã desta terça- feira, 22, em visita à sede do Viveiro Escola do Instituto Consultor Social, em Areias de Cima, Biguaçu. No espaço, a ONG com atuação nacional, desenvolve atividades de educação ambiental, capacitação de jovens para geração de renda, além de produzir mudas nativas do Bioma Mata Atlântica.
Além do professor Diomário, que já foi Reitor da UFSC e Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, a comitiva era integrada pelos diretores Zenório Piana e Zilene Cardoso, além de Márcia Hoeltgbaum, coordenadora de projetos da FAPESC. A comitiva foi recebida pelos diretores do ICS, Octalício Neto, Rúbia Strapazzon e Eva Gularte que fizeram a apresentação das diversas atividades e projetos em desenvolvimento no Viveiro Escola de Biguaçu.
Após visitar as instalações e conhecer as mais de 60 espécies de mudas nativas da Mata Atlântica, o professor Diomário Queiroz e sua equipe demonstraram bastante interesse no desenvolvimento de uma parceria duradoura com o Instituto CS. Para o presidente da FAPESC, que se confessa um apaixonado por espécies nativas como o jacarandá, por sua florada e beleza paisagística, o trabalho desenvolvido em Areias de Cima é fundamental não apenas para a valorização socioambiental local, como também para contribuir com o desenvolvimento de atividades econômicas, como o paisagismo com espécies nativas, que além de não impactarem negativamente a natureza, geram renda direta para as comunidades.
O professor Diomário Queiroz vê um grande potencial no trabalho desenvolvido pelo ICS para o financiamento de projetos e o estabelecimento de parcerias com organismos de pesquisas nacionais e mesmo internacionais, além de universidades que podem ter nas ações práticas desenvolvidas pela ONG, rico material de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias voltadas ao meio ambiente e à sociedade como um todo.
Para a visita, que foi agendada com bastante antecedência, devido aos compromissos das autoridades envolvidas, foram também convidados o prefeito Castelo Dechamps – ausente por estar em Brasília -, o vice-prefeito Ramon Wollinger e o superintendente da FAMABI, Henrique Azevedo, sendo que estes dois últimos infelizmente também não estiveram presentes.
(ICS – imprensa)


O (IR)responsável e a imagem do desastre ambiental do Golfo do México
Qualquer associação com hipotéticos e futuros empreendimentos locais é mera coincidência. Mas se a moda pega, toda vez que um empresário irresponsável causar danos sociais e ambientais entrar em estress e for velejar ou competir de barco, estamos todos numa canoa furada ou num petroleiro ou plataforama que mais cedo ou mais tarde corre o risco de afundar!
“O director da BP, Tony Hayward, foi bastante criticado por ir passear de iate com o filho para a Ilha de Wight, em vez de tratar do derrame de petróleo no Golfo do México, escreve a BBC.
O chefe do gabinete da Casa Branca, Rahm Emanuel, afirmou que o passeio foi mais um de «uma longa lista de erros e gafes de relações públicas» de Hayward. Um membro do Greenpeace referiu-se ao passeio como algo «insultante» para as pessoas que foram afectadas pelo desastre ambiental.
Um porta-voz da BP, Robert Wine, defendeu o director, afirmando que era o primeiro dia de folga desde o início do vazamento e que Hayward estava apenas a passar algumas horas com a família.
O dispositivo colocado pela BP tem conseguido recolher cerca de 25 mil barris de petróleo por dia, no entanto, não é suficiente para cessar o derrame, estimado entre 35 a 60 mil barris diários.”
Portal TVI de Portugal (www.tvi24.iol.pt)

Nós todos somos responsáveis pelo cuidados com a Água (cartaz Jornada)
Biguaçu está sediando nos dias 22, 23 e 24 de maio a Jornada de Governança da Água, iniciativa de intercâmbio Brasil-Canadá, que vai trazer experts daquele país para discutir com professores da UFSC e comunidades locais sobre a conservação e recuperação de nossas Bacias Hidrográficas.
A FAMABI – Fundação de Meio Ambiente de Biguaçu será a anfitriã local do evento. O superintendente Henrique Azevedo informa que o objetivo do intercambio é o inicio do projeto de revitalização e despoluição do Rio Biguaçu e nossa participação a partir de agora na Bacia Hidrográfica do Rio Tijucas e Biguaçu. É um evento internacional, trazendo para Biguaçu um novo modelo de gerenciamento de Bacias Hidrográficas, chamado de Governança da água, onde a comunidade participa na gestão dos recursos hídricos.
O email que reproduzo a seguir foi-me enviado como repercussão da coluna “Analfabeto Político & Políticos Analfabetos” . Tenho o dever de compartilhá-los com meus leitores como reconhecimento à CIDADÃ de Biguaçu – com letras maiúculas – que é a Profª Dagmar Pereira, pela árdua tarefa que vem desempenhando frente à coordenação da Câmara Mirim, com o apoio do presidente Luizão Feubak.

Mãe, avó, professora, servidora pública e coordenadora da 1ª gestão Câmara Mirim de Biguaçu
Sr. Octalício Neto.
“Quero sinceramente agradecer a observação descrita sobre a minha pessoa ontem na sua coluna. Confesso que me senti muito honrada com suas colocações, por sinal muito bem colocada, eu nada mais sou do que simplismente conforme me descreveste. Na noite da última quarta-feira, dia 12 de maio com certeza vai ficar gravada pra sempre em minha memória.
Tornou-se um dia muito especial pra mim por ter sido oficializado a realização do plantio de um sonho que eu nunca particularmente sonhei. A gente passa os dias sonhando com coisas que acreditamos ser muito mais importante do que qualquer coisa que já temos e derrepente se depara com algo que vem a vida inteira fazendo e descobre que a maior realização da vida estava ali, bem pertinho, o AMOR das crianças. Naquele momento em que recebi das crianças, o que por muitos foi nomeada de singela homenagem, quero dizer que pra mim foi a homenagem mais bonita, não somente porque não estava no roteiro mas porque fez com que me sentisse uma CIDADÃ CÂMARA MIRIM Biguaçuense. E só me arrependo de não ter dito na hora o que estava sentindo, os tais ossos do ofício, nos fazem reprimir sentimentos pra não gerar interpretações adversas das falsas modéstias dos criticistas de plantão.
Desde 1986 quando iniciei meu trabalho com o magistério, sempre me posicionei em defesa dos direitos das crianças em ter vida digna com moradia, saúde, alimentação adequada, educação e lazer conforme é de direito de todo e qualquer cidadão.
E agora como servidora da Câmara Municipal, mesmo fora da sala de aula vejo como é forte minha ligação com a educação e me sinto no dever de possibilitar aos educandos do nosso município ainda mais a sua participação no verdadeiro exercício da cidadania e ajudar os meus colegas educadores nesta missão angústiante que é levar pra sala de aula discussões sobre política. Tenho absoluta certeza do quanto será produtivo e multiplicador as aplicações que serão feitas no decorrer deste projeto e a dimensão. E num passo de formiguinha, mas sempre com muito trabalho, quero apenas ser a mediadora na construção desta nova política que será construída pelos jovens vereadres mirins e que nossos munícipes teram a honra de constatar no futuro político de Biguaçu. Acredito que mesmo como simples funcionário, mesmo sem a autoridade de um legislador, com um pouco mais de força de vontade podemos gerenciar as oportunidades e fazer um trabalho muito além do que a rotina administrativa nos propõe.
E é só o que eu quero realizar um trabalho que realmente beneficie a comunidade e seja significativo pro bem estar social da nossa gente. Como disse o meu amigo jornalista Mario Motta ” são os políticos que decidem o preço do feijão” então não custa nada quem depende do feijão pra sobreviver, participar nesta decisão.
Parabéns pela matéria.
Um abraço.”
Ass. Dagmar Pereira
Mãe, avó, professora, servidora pública e coordenadora da 1ª gestão Câmara Mirim.
Companhia coreana participará do conselho de administração da empresa de Eike Batista
Beatriz Olivon, de EXAME.com
A coreana Hyundai Heavy Industries, líder mundial em construção naval, concluiu nesta terça-feira (11/5) a compra de participação de 10% do capital social votante e total da OSX Construção Naval S.A., por meio da subscrição de novas ações ordinárias. Um representante da empresa vai atuar no conselho de administração da brasileira. O valor não foi divulgado.
A OSX Construção Naval é a subsidiaria da OSX Brasil, fundada pelo empresário Eike Batista, que vem trabalhando para a instalação e operação de uma unidade de construção naval na Cidade de Biguacu (SC).
A Hyundai vai fornecer à subsidiária informações técnicas, transferência de tecnologia e know-how, treinamento técnico e capacitação para forca de trabalho, assistência técnica e outros tipos de apoio essenciais para a construção, desenvolvimento e operação da aludida unidade de construção naval a ser implementada, informou OSX Construção Naval em comunicado à BM&F Bovespa.