O PAPEL INSTITUCIONAL DAS ONGs (II)


“As ONGs ocupam um locus estratégico na Sociedade: estão invariavelmente mais perto do Cidadão que o Estado!”

Em diversos momentos o Administrador Público e as Organizações Não Governamentais fazem caminhos conjuntos, paralelos, ou ainda complementares. Para abordar o tema “A Contribuição das ONGs no fortalecimento institucional da Sociedade Contemporânea”, o diretor executivo do Instituto Consultor Social, Octalício Gonçalves Neto, foi convidado a participar como palestrante do IX ENEAP (Encontro Nacional de Estudantes de Administração Pública). O evento ocorreu de 05 a 08 de agosto em Balneário Camboriu – SC, sob a promoção da ESAG-UDESC, e contou ainda com a participação das mais renomadas escolas de administração pública do Brasil, como a FGV, USP, UNICAMP, UNB, UniRIO, entre outras.

A Sociedade Civil tem no chamado 3º Setor, mais especificamente nas ONGs (Organizações Não Governamentais), o seu braço de vanguarda na cobrança, monitoramente, avaliação e até mesmo na implementação conjunta de Políticas Públicas. Onde o Administrador Público tem sua interface com a Sociedade Civil e conseqüentemente com as ONGs? Como contribuir para a discussão de um novo conceito de Cidadania, ao mesmo tempo legítimo e incorporado na cultura do brasileiro. Essas foram algumas das questões levantadas por Octalício Neto em sua explanação.

A platéia formada por estudantes, professores e mesmo por administradores já formados e atuando no mercado de trabalho, conheceu porque as ONGs ocupam um ‘locus estratégico’ na Sociedade Contemporânea como apontou Neto. “Em razões de grandeza, enquanto o Estado (governo federal) está a 1000 Km, o governo do estado está a 100 Km e até a prefeitura fica a 10km do problema do cidadão comum; a ONG está a 1m da solução dele. Muitas vezes ele mesmo, cidadão, participa dela nos cursos e atividades que a ONG promove’, destaca Neto.

Durante a palestra foram apresentados cases de ONGs que atuam no mais diversos setores sociais, de forma especializada e com grande repercussão socioambiental, encaminhando questões cruciais na Sociedade. Assim no aspecto da Infraestrutura (Estradas, Portos, Aeroportos, Orçamento Federal) quem acompanha é a ONG Contas Abertas (www.contasaberta.uol.com.br), já na Educação foi citado o CDI (www.cdi.org.br) que trabalha com inclusão digital. Outras ainda na mobilização social de temas políticos, como a campanha Ficha Limpa (www.avaaz.org); nas questões ambientais há Greepeace, WWF, SOS Mata Atlântica entre tantas. Na Inclusão de Portadores, Octalício Neto citou a sua própria organização (www.consultorsocial.org.br), que tem uma atuação ampla, mas com um trabalho destacado na qualificação de lideranças surdas, com o Projeto Líder Surdo (www.libraselegal.com.br).

Para finalizar, Octalício Neto destacou como principais papéis das ONGs na Sociedade Contemporânea “o apoio aos cidadão mais vulneráveis; o fortalecimento dos direitos civis; a mobilização em torno das grandes causas socioambientais, além de contribuir para a construção de uma nova cidadania no século XXI”, conclui.

O PAPEL INSTITUCIONAL DAS ONGs (I)

A convite do comitê organizador do IX ENEAP (Encontro Nacional de Administradores Públicos) e da diretoria do CAAP (Centro Acadêmico de Administração Pública) da ESAG-UDESC participo como conferencista, amanhã, sábado (06/08) no Hotel Sibara, em Balneáro Camboriu, deste evento que reúne estudantes, pesquisadores e especialistas em administração pública de todo o país. Além de renomados professores das Escolas de Administração do Brasil, entre as quais FGV, USP e UNB, além da anfitriã ESAG, haverá a presença da renomada Drª Brenda Morrisson, da Fraser University, do Canadá.

Em minha participação estarei representando o Instituto Consultor Social, como diretor executivo e de relações internacionais. Abordarei o tema “A CONTRIBUIÇÃO DAS ONGs NO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA”.

Em meu ponto de vista, e com a bagagem de mais de vinte anos atuando em organizações não governamentais, o Estado não dá conta de todas as demandas socioambientais da sociedade contemporânea no Brasil. Vivemos um novo marco da participação popular no Brasil contemporâneo. Combate á corrupção; ficha limpa; mais transparência na gestão pública; programas de inclusão social efetivos; conservação e fiscalização ambiental; melhoria da infra-estrutura são alguns dos desafios aos novos Administradores Públicos do Século XXI.

A Sociedade Civil tem no chamado 3º Setor, mais especificamente nas ONGs (Organizações Não Governamentais), o seu braço de vanguarda na cobrança, monitoramente, avaliação e até mesmo na implementação conjunta de Políticas Públicas. Onde o Administrador Público tem sua interface com a Sociedade Civil e conseqüentemente com as ONGs? Como contribuir para a discussão de um novo conceito de Cidadania, ao mesmo tempo legítimo e incorporado na cultura do brasileiro.

Esse será o meu desafio representando o ICS na palestra que vou apresentar durante o IX ENEAP em Balneário Camboriu-SC.

Para conhecer melhor todos os nossos projetos basta acessar o portal do Instituto CS na web: www.consultorsocial.com.br.

CONVITE – Movimento Empresarial pelo Uso Sustentável da Biodiversidade


ANDARILHO DO RIO AMAZONAS




Britânico anda 9,5 mil Km durante 2 anos ao longo do Rio Amazonas, do Peru a Belém (PA)

G1- 02-08-2010 – http://migre.me/11HIW

ENQUANTO OS ZEN, RECICLAM…OS NEFASTOS DEGRADAM!

Templo Zen feito com garrafas recicladas por monges tailandeses.

FONTE: Portal EXAME.

Charge do Amarildo – “A voz do Polvo”

O QUE NÓS QUEREMOS: ISTO?

O QUE NÓS QUEREMOS: OU ISTO?

DO BLOG X DO EIKE – Por que não em Biguaçu? Lixão é só aqui?


Imagem do Porto de Suape – em Pernambuco

Veja o  contraste com uma Imagem de Parque Eólico!!!!

Maior planta de energia solar no País
1/7/2010

Estamos estruturando o primeiro empreendimento comercial de geração de energia solar do País. Será em Tauá (CE), com capacidade inicial de 1MW, o bastante para suprir de energia 1.500 residências! De maneira simplificada, serão 4.400 painéis fotovoltáicos, numa área de 12 mil metros quadrados e investimentos da ordem de R$ 10 milhões. Processos de engenharia básica já estão definidos e a contratação de equipamentos e serviços de construção, em curso. O empreendimento já conta com licença ambiental, autorização para chegar a 5 MW e está na reta final para início de construção. A usina faz parte do programa de pesquisa e desenvolvimento da MPX, empresa de energia do grupo.

Fonte: http://www.eikebatista.com.br/blog/home.php

Crescimento, lucro e energia eólica(*)

Os  verdadeiros investimentos sustentáveis, geradores de emprego e renda, que vão assegurar o desenvolvimento das comunidades locais são aqueles voltados às energias renováveis, especialmente a solar e a eólica e negócios ligados a esses setores da economia. (nota do editor do blog) . Leia-se a análse a seguir…


Miguel Albero* -  www.mercadoetico.terra.com.br

“O mundo caminha a passos largos para adaptar seu modelo de negócio e colocar o meio ambiente como um dos “drivers” do investimento. O capitalismo, que hoje já está atento a temas além da própria lucratividade, começa agir rápido contra escassez de recursos naturais e para garantir a sobrevivência de meios e matérias primas que, caso contrário, sua falta pode levar o mundo ao colapso.

Por sua vez, o Brasil, um país emergente, tem a possibilidade de aliar seu crescimento a diferentes experiências de países que gozaram de crescimento em outros tempos. Temos a chance de aprender com as premissas dos outros.

Em vários setores vemos oportunidades para o crescimento sustentável do nosso país. No agronegócio, bens de consumo, serviços, construção civil, energia, entre outros. Enfim, várias esferas já evidenciaram que existem muitas oportunidades para acender, se diferenciar e ainda gerar lucro sem desconsiderar o meio ambiente.

E quando o assunto é a matriz energética brasileira o caminho é o mesmo. Nossa matriz é abastecida, quase na sua totalidade, a partir de recursos hídricos, mas apesar de trazer menor impacto ambiental, esse recurso tem um fator crítico, as chuvas. Para compensar esse risco, o Brasil dispõe de algumas térmicas que são acionadas em períodos de poucas chuvas nas bacias.

Felizmente, vem sendo cada vez mais discutido pelo governo brasileiro e pelas empresas de geração de energia a construção de parques eólicos. Tal fonte energética pode ser considerada uma alternativa saudável, ao passo que alguns estudos indicam que a intensidade de vento aumenta em períodos de poucas chuvas.

Alguns países como China, Alemanha, EUA, Noruega e Espanha já saíram na frente em relação aos parques eólicos, aumentando a participação de fontes renováveis em suas matrizes energéticas.

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) realizou no final de 2009 um leilão no qual apenas projetos eólicos podiam participar. Desses, 71 projetos obtiveram êxito, somando 1.805 MWs que entrarão em operação em 2012. Estima-se que até o final deste ano entrem em operação cerca de 400 MWs oriundos de projetos adjudicados em leilões realizados pelo PROINFA (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétricas), instituído pelo governo federal em 2004.

Hoje, o Brasil possui 605 MWs de potência instalada e distribuída em 34 parques eólicos.

O banco Santander participa e apoia ativamente do crescimento da geração de energias renováveis, atuamos com a oferta de diversos serviços financeiros, na gestão de fundos e no desenvolvimento de projetos.

*Head de Asset and Capital Structuring

(*)ISSO VALE PARA BIGUAÇU E OSX!

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