ENQUANTO OS ZEN, RECICLAM…OS NEFASTOS DEGRADAM!

Templo Zen feito com garrafas recicladas por monges tailandeses.

FONTE: Portal EXAME.

Charge do Amarildo – “A voz do Polvo”

O QUE NÓS QUEREMOS: ISTO?

O QUE NÓS QUEREMOS: OU ISTO?

DO BLOG X DO EIKE – Por que não em Biguaçu? Lixão é só aqui?


Imagem do Porto de Suape – em Pernambuco

Veja o  contraste com uma Imagem de Parque Eólico!!!!

Maior planta de energia solar no País
1/7/2010

Estamos estruturando o primeiro empreendimento comercial de geração de energia solar do País. Será em Tauá (CE), com capacidade inicial de 1MW, o bastante para suprir de energia 1.500 residências! De maneira simplificada, serão 4.400 painéis fotovoltáicos, numa área de 12 mil metros quadrados e investimentos da ordem de R$ 10 milhões. Processos de engenharia básica já estão definidos e a contratação de equipamentos e serviços de construção, em curso. O empreendimento já conta com licença ambiental, autorização para chegar a 5 MW e está na reta final para início de construção. A usina faz parte do programa de pesquisa e desenvolvimento da MPX, empresa de energia do grupo.

Fonte: http://www.eikebatista.com.br/blog/home.php

Crescimento, lucro e energia eólica(*)

Os  verdadeiros investimentos sustentáveis, geradores de emprego e renda, que vão assegurar o desenvolvimento das comunidades locais são aqueles voltados às energias renováveis, especialmente a solar e a eólica e negócios ligados a esses setores da economia. (nota do editor do blog) . Leia-se a análse a seguir…


Miguel Albero* -  www.mercadoetico.terra.com.br

“O mundo caminha a passos largos para adaptar seu modelo de negócio e colocar o meio ambiente como um dos “drivers” do investimento. O capitalismo, que hoje já está atento a temas além da própria lucratividade, começa agir rápido contra escassez de recursos naturais e para garantir a sobrevivência de meios e matérias primas que, caso contrário, sua falta pode levar o mundo ao colapso.

Por sua vez, o Brasil, um país emergente, tem a possibilidade de aliar seu crescimento a diferentes experiências de países que gozaram de crescimento em outros tempos. Temos a chance de aprender com as premissas dos outros.

Em vários setores vemos oportunidades para o crescimento sustentável do nosso país. No agronegócio, bens de consumo, serviços, construção civil, energia, entre outros. Enfim, várias esferas já evidenciaram que existem muitas oportunidades para acender, se diferenciar e ainda gerar lucro sem desconsiderar o meio ambiente.

E quando o assunto é a matriz energética brasileira o caminho é o mesmo. Nossa matriz é abastecida, quase na sua totalidade, a partir de recursos hídricos, mas apesar de trazer menor impacto ambiental, esse recurso tem um fator crítico, as chuvas. Para compensar esse risco, o Brasil dispõe de algumas térmicas que são acionadas em períodos de poucas chuvas nas bacias.

Felizmente, vem sendo cada vez mais discutido pelo governo brasileiro e pelas empresas de geração de energia a construção de parques eólicos. Tal fonte energética pode ser considerada uma alternativa saudável, ao passo que alguns estudos indicam que a intensidade de vento aumenta em períodos de poucas chuvas.

Alguns países como China, Alemanha, EUA, Noruega e Espanha já saíram na frente em relação aos parques eólicos, aumentando a participação de fontes renováveis em suas matrizes energéticas.

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) realizou no final de 2009 um leilão no qual apenas projetos eólicos podiam participar. Desses, 71 projetos obtiveram êxito, somando 1.805 MWs que entrarão em operação em 2012. Estima-se que até o final deste ano entrem em operação cerca de 400 MWs oriundos de projetos adjudicados em leilões realizados pelo PROINFA (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétricas), instituído pelo governo federal em 2004.

Hoje, o Brasil possui 605 MWs de potência instalada e distribuída em 34 parques eólicos.

O banco Santander participa e apoia ativamente do crescimento da geração de energias renováveis, atuamos com a oferta de diversos serviços financeiros, na gestão de fundos e no desenvolvimento de projetos.

*Head de Asset and Capital Structuring

(*)ISSO VALE PARA BIGUAÇU E OSX!

Bilionários Verdes X Bilionários Canibais (os nosxos!)

A matéria abaixo reflete exatamente o pensamento inverso ao dos nosso bilionários tupiniquins…

05/07/2010 – 16:20:10  www.mercadoetico.terra.com.br

Bilionários pelo meio ambiente

Hazel Henderson*

“Aplaudo Bill e Melinda Gates e o financista Warren Buffett por desafiarem outros multimilionários a doarem, durante suas vidas, a metade ou mais de suas enormes fortunas a obras de caridade. Em maio de 2009, eles propuseram a David Rockefeller ser o anfitrião de um primeiro jantar secreto com George Soros, Ted Turner, Oprah Winfrey, Michael Bloomberg, David Rockefeller Jr. e outros bilionários, no qual lançaram a campanha.

O casamento Gates e Buffet já está no caminho correto, pois dirigem suas doações para a África e países em desenvolvimento de outros continentes, bem como a educação. E eles podem convencer seus amigos ricos a irem além de financiar luxuosos pavilhões com seus nomes em universidades da elite. Esse tipo de filantropia está fora de moda.

Também está fora de moda a expansão subsidiada de empresas vinculadas a combustíveis fósseis, do carvão ao petróleo, passando pelas petroquímicas, o aço ou a indústria automotiva devoradora de gasolina, até a agricultura em escala industrial e as grandes companhias farmacêuticas. Bill Gates poderia se desligar do American Energy Innovation Council, que pressiona o Congresso dos Estados Unidos para obter US$ 16 milhões em subsídios à pesquisa com “carvão limpo”.

O melhor que os filantropos podem fazer é unir suas forças a grupos progressistas, para acelerar a transição para uma Era Solar que aplique modelos de desenvolvimento humano baseados na potencialidade e produtividade dos sistemas naturais que, há milhares de milhões de anos, a natureza nos oferece. A Iniciativa por uma Economia Verde, de várias agências da Organização das Nações Unidas, está sintonizada com os programas da Fundação Gates, bem como com a iniciativa Economia dos Ecossistemas e a Biodiversidade, o instituto Zeri, fundado pelo empresário Gunter Pauli, autor do livro “The Blue Economy”, e o Biomimicry Institute, de Janine Benyus.

Como conseguir os investimentos necessários para impulsionar esta grande transição para a Era Solar? Bill e Melinda Gates podem conduzir seus pares para as tecnologias inovadoras, que só esperam recursos para concretizar essa transição.

Eles podem unir-se à Rede para os Mercados Financeiros Sustentáveis e com líderes em finanças que estão preparando o terreno, com os Princípios para o Investimento Responsável da ONU (com US$ 20 bilhões em ativos), a Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Certificadora de Padrões Ambientais Ceres (com US$ 3 bilhões), e o Institutional Investors Group on Climate Change (com US$ 8 bilhões).

Desde janeiro de 2007, foram investidos ou comprometidos US$ 1,248 bilhão em negócios de eficiência energética, agricultura sustentável e energias limpas, bem como em outras tecnologias que estão deslocando as antigas empresas contaminadoras e os financistas do passado. Este fascinante progresso costuma ser ignorado pelos principais meios de comunicação, ainda mantidos pela publicidade dos setores fossilizados da sociedade.

A Ethical Markets Media dedica-se a promover a reforma dos mercados mundiais e o crescimento da economia verde. Publicamos informes diários sobre novas tecnologias, investimentos, empreendimentos e companhias que lideram o caminho para a transição verde. Usamos o modelo Climate Solutions 2, da firma com sede na Austrália Climate Risk Pty, para mostrar que é possível garantir a transição verde investindo US$ 1 bilhão por ano em todo o mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, até 2020.

São US$ 10 bilhões em dez anos, menos da metade dos US$ 23 bilhões empregados para resgatar o setor financeiro e automobilístico dos Estados Unidos, em bancarrota, pagos pelos contribuintes. Esses US$ 10 bilhões representam menos de 10% dos valores manejados por investidores institucionais, fundos de pensão e fundações de caridade do mundo, estimados em US$ 120 bilhões.

Assim, Bill, Melinda e Warren, o que lhes parece convencer seus amigos a investirem na produtividade verde e os ajudar a modernizar seus velhos portfolios?

Assim poderão treinar seus administradores e consultores em novas formas de avaliar ativos, considerando os fatores ambientais, sociais e de governabilidade, que permitem monitorar com certeza a produtividade verde. A visão de Bill e Melinda Gates já fez a grande transição para o verdadeiro desenvolvimento humano. Eles e Buffett podem nos ajudar a chegar a um novo cenário mundial, que supere a obsoleta noção do produto interno bruto.”

* Hazel Henderson é economista norte-americana, autora de Ethical Markets: Growing the Green Economy (2007) e coautora dos indicadores de qualidade de vida Calvert-Henderson (http://www.Calvert-Henderson.com). Direitos exclusivos IPS.


Na contramão das estratégias energéticas! Fóssil já era(*)!

O que atrasa uma Nação são as escolhas estratégicas equivocadas de seus líderes. Equanto brigamos por combustíveis fósseis e estaleiros para petroleiros, EUA vê o caminho das Energias Renováveis!!!

Projeto da Fazenda Sola Solana – Arizona – EUA – image Abengoa Solar

Obama aprova US$ 1,85 bilhão para energia solar

05/07/2010 –   Autor: Fabiano Ávila   –   Fonte: CarbonoBrasil/Agências Internacionais

EUA anuncia empréstimo para a concretização de dois projetos solares que devem gerar cinco mil empregos, enquanto a Europa começa a divulgar como conseguirá cumprir a meta de ter 20% de sua energia gerada por renováveis até 2020.

“‘O presidente norte-americano Barack Obama concedeu a liberação para que o Departamento de Energia aprove nesta semana empréstimos no valor total de US$ 1,85 bilhão para dois projetos solares como parte do pacote de estimulo econômico do governo.

“Nosso objetivo é acelerar a transição para uma economia de energia limpa, dobrando nossas capacidades eólicas e solares. Esse tipo de iniciativa tem o potencial de gerar centenas de milhares de novos postos de trabalho”, afirmou Obama.

A maior parte dos recursos, US$ 1,45 bilhão, irá para a empresa espanhola Abengoa Solar, que deve construir a fazenda solar de Solana no Arizona. Quando finalizado, o projeto irá produzir energia suficiente para manter 70 mil lares e criará 1,5 mil empregos. Esta será a primeira fazenda solar nos Estados Unidos capaz de gerar e armazenar eletricidade 24 horas por dia através de uma tecnologia de absorção do calor concentrado do sol utilizando nitratos de sódio e potássio.

Outros US$ 400 milhões em garantias de empréstimos serão destinados à Abound Solar Manufacturing, para o desenvolvimento de duas novas fábricas de painéis solares. Serão criados dois mil empregos temporários na construção das instalações e mais 1,5 mil vagas permanentes quando as fábricas estiverem prontas.

Obama afirmou que estes recursos são a mais recente ação de uma longa linha de investimentos sob o Ato de Recuperação dos EUA. “Já presenciamos os benefícios dessa iniciativa. Vi fábricas abandonadas reabrirem as portas para se transformarem em produtoras de painéis solares ou turbinas eólicas, gerando empregos e promovendo o desenvolvimento das energias limpas”, disse o presidente norte-americano.

Europa

Também na União Européia (UE) as energias limpas estão em destaque. As propostas detalhadas dos países europeus para gerar 20% de sua energia de fontes renováveis até 2020 começaram a aparecer nesta semana.

Sob a diretiva de energias renováveis da UE, os países tinham até o final de junho para apresentar seus planos nacionais de incentivo às fontes limpas.

A grande maioria das nações ainda está devendo seus planos, mas a Comissão Européia já publicou os da Dinamarca, Holanda, Suécia e Reino Unido e a agência de notícias Reuters conseguiu ter acesso aos rascunhos da Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Bulgária e Polônia, que devem ser formalmente apresentados em breve.

Segundo a Reuters, a Alemanha deve aumentar sua capacidade eólica em 30% na próxima década, a Irlanda 130%, a Espanha 74% e a Itália promete espantosos 230%.

As instalações solares devem triplicar na Espanha e quintuplicar na Itália, enquanto países como Polônia e Bulgária planejam expandir sua geração a partir de biomassa.

“Estamos convencidos de que os estados membros reconhecem a importância das políticas ambiciosas de energias renováveis para manter a União Européia como líder mundial no setor. Acreditamos que será possível alcançar os 20% até 2020 e que isso trará benefícios para todo o continente”, concluiu Lucie Tesniere, conselheira política do Conselho de Energias Renováveis Europeu.”

(*)ISSO VALE PARA BIGUAÇU E OSX!

Fonte: Carbono Brasil – www.carbonobrasil.com

TRIANGULAÇÃO DE VERBAS PÚBLICAS AFRONTA OS CIDADÃOS


A triangulação no desvio de verbas públicas une os metragalhas público e privado!

Em qualquer cidade brasileira, nesses dias que misturam Copa do Mundo e período eleitoral, a fronteira entre o público e o privado fica muito reduzida e a invasão de território, especialmente do território público, vira uma verdadeira agressão à moralidade e à ética pública. Falo isso para esclarecer uma prática, que didaticamente chamo aqui de triangulação criminosa, mas que não passa de uma grande mão privada que vem e saqueia os bolsos públicos – os recursos públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais – para fins escusos, especialmente fundo de campanha ou simples ladroagem privada.
O que eu chamo de triangulação criminosa se mascara de várias formas, inclusive utilizando-se de eufemismos como “guerra fiscal”, que conta com a anuência e mesmo a participação colaborativa de poderes do Estado como o Executivo e o Legislativo, que se prestam, sob a justificativa do bem comum, a defender empreendimentos duvidosos de caráter puramente privado.
Vamos aos fatos então. No caso da “guerra fiscal”, dois municípios ou mais ou dois Estados disputam o mesmo empreendimento que vai gerar inúmeros benefícios – aqueles que todos estamos cansados de saber: arrecadação de impostos, novos postos de trabalho, movimentação da economia local e regional, atração de novos negócios etc etc. Como se não fosse obrigação legal de qualquer empreendedor pagar impostos. Como se não fosse necessidade inerente à produção e ao lucro, a contratação de mão de obra assalariada, sem a qual não é possível uma empresa capitalista funcionar. Como se fosse possível pararmos simplesmente de comprar e vender e voltássemos às trocas, ao escambo.
Então a ‘guerra fiscal’ assume contorno de ‘leilão de favores’ ao potencial empreendedor – que pode ser qualificada de corrupção de Estado. Assim se lhe oferecem áreas industriais extensas a preço de bananas ou a custo zero; isenções fiscais até a terceira geração do governador(a) e deputados, ou do prefeito(a) e vereadores que votaram tais benesses. Mas ninguém, ninguém mesmo – até porque isso não é simpático, nem tampouco lucrativo – põe tudo numa planilha e prova com transparência que de fato, todos os benefícios oferecidos ao mega-empreendedor são mais baratos para os cofres públicos que os “xis” mil empregos que ele vai gerar.
Outra forma de triangulação são as famosas festas tradicionais, regionais ou típicas – juninas, da laranja, da pescada, do camarão, do Zé das Couves etc. Entram aqui também as feiras de negócios, que movimentam milhões, são sempre um estrondoso sucesso, envolvem apenas ‘ricos & famosos’ e não deixam nada de concreto para a população de baixa renda ou para o meio ambiente do qual se servem também.
Nem governos estaduais ou municipais, tampouco legisladores do Estado ou do Município são ‘experts’ em festas, a não ser a dos ‘trens da alegria’. Logo é contratada – de preferência sem licitação, afinal ‘Ele’ ou ‘Ela’ são os únicos que sabem fazer – uma empresa de eventos. Como a festa é pública, mas quem faz é uma empresa privada, não pode ter prejuízo, então cobra ingresso. Até aqui tudo bem! Mas aí é aprovado um ‘subsídio prévio’ (a tal da triangulação). Porque se não der público suficiente ou chover, o empresário não tem prejuízo. E além do mais, ele vai fazer ‘responsabilidade social’ arrecadando – não do bolso dele ou dela – mas da população, alimentos que serão distribuídos depois…
É aqui que os neurônios travam! Não seria mais direto se os governantes e legisladores pegassem as verbas públicas e aplicassem diretamente na geração de empregos? Quanto há de esgoto para fazer, de creche para instalar, de posto de saúde para oferecer à população? De que vale distribuir 1 mil cestas básicas, se o ‘subsídio’ à festa popular garantiria a distribuição de 10 ou 15 mil cestas?
Precisamos de fato, de mais ação do ministério público federal e estadual, dos Portais da Transparência e da ação direta de fiscalização das ONGs para acabar com essa triangulação que é ilegal, imoral e covarde.
Vamos manter a sustentabilidade e até a próxima…!

Respostas da OSX ao ICMBio. VOCÊ DECIDE?!

OSX diz ter solução para todos os problemas apresentados
Texto publicado em 25 de Junho de 2010 –
Vera Gasparetto
de Florianópolis/SC
No detalhamento dos estudos encomendados pela OSX à Caruso Jr., o oceanólogo João Antônio dos Santos apresentou detalhes sobre os pontos mais polêmicos:

Dragagem do canal para acesso das embarcações: dizem que não há diferença nas correntes marítimas se dragar ou não dragar. Afirmam que os efeitos naturais das correntes serão mantidos.

Dragagem e risco de erosão da Praia da Daniela: afirma que não há risco por que foram feitas simulações matemáticas com mapas de correntes que comprovam que não haverá erosão no Pontal da Daniela. O local é de grande beleza natural e sua preservação é de grande preocupação da comunidade.

Arsênio: concluem que não há risco porque a região tem um nível de arsênio natural, que não causa danos à flora e a fauna marinha e que esse nível não será modificado.

Água de lastro e bioincrustação: analisam que não haverá problema, mas continuam sem indicar o que será feito com a água de lastro.

Golfinhos – Boto cinza (Sotalia guianensis): estudos demonstram que os golfinhos ficam concentrados na região do eventual empreendimento durante o inverno, o que determina ser o melhor período para a dragagem. Reiteradas vezes Monteiro interrompeu a apresentação salientando que “são menos do que 50 golfinhos”. A preocupação é que as dragagens afetem o habitat natural desses animais.

Esgoto do crescimento urbano de Biguaçu e região: foi afirmado que isso é de responsabilidade do município de Biguaçu.

Derramamento de óleo: apresentaram simulações do risco de vazamento, salientando que risco e impacto são diferentes, mas não foram apresentadas as medidas de contenção que, segundo os gráficos, em duas horas tomaria conta da Baía Norte.

Prejuízos à maricultura: admite que haverá impactos, mas seu objetivo é auxiliar as associações de maricultores a mudarem-se para um local mais adequado.

Impactos na pesca artesanal: a empresa comprometeu-se a não usar bóias de delimitação porque isso impacta a pesca de caceio de camarão.

Incremento populacional: a empresa e a prefeitura investem na formação de mão de obra na Grande Florianópolis, o Senai dá cursos de pedreiro, carpinteiro e armador. Afirmam que evitarão o problema da favelização do município e arredores.

Impactos no setor turístico: a preocupação com a balneabilidade, o impacto visual do empreendimento na região e com a transformação da vocação turística da região em vocação portuária foram tratados como normal do processo de crescimento.

Alternativas locacionais foram descartadas: A OSX fez estudos em quatro alternativas locacionais em Santa Catarina para a instalação do estaleiro, entre elas, três foram descartadas. Entenda o caso:

1)    Itajaí – Rio com largura insuficiente que restringe a manobra das embarcações.

2)    São Francisco do Sul – Projeto de criação de reserva de fauna no entorno da Baía de Babitonga e necessidade de corte de vegetação numa eventual área a ser construído o empreendimento.

3)    Imbituba – Mar agitado, necessidade de transferência de moradores e localização na APA da Baleia Franca.

Fonte: www.portogente.com.br


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